RÃ. A rã, como acontece também com o sapo, é tida como a protetora
das nascentes dágua. As rãs, quando coaxam, estão chamando chuva, razão pela
qual os índios chamam-na de mãe da chuva.
RABADA. É um prato da culinária
nordestina, bastante apreciado. A carne da rabada do boi ou da vaca, cozida com
temperos convencionais, é servida com o pirão feito do próprio caldo, com molho de
pimenta.
RABECA. É um tipo de violino de timbre
mais baixo, com quatro cordas de tripa, afinadas por quintas, sol-ré-lá-mi, que são
friccionadas por um arco de crina untado com breu. A rebeca é uma espécie de
violino popular. Seu som é fanhoso e triste. A rebeca é um instrumento universal
e tocada nos bailes matutos do sertão.
RABICHO-DA-GERALDA. É o mais antigo
modelo da gesta do gado que se conhece, poesia contando as proezas de um boi do Ceará
que, durante nove anos, resistiu aos vaqueiros da região que saíam em sua perseguição
sem êxito. A poesia é em quadras ABCB. O rabicho da geralda foi abatido a tiros
de bacamarte.
RABO-DE-GALO. É a tradução do cock-tail.
Mistura de bebidas alcoólicas. Rabo-de-galo, em São Paulo, é a mistura de
vermute e cachaça; já no Recife é a mistura de conhaque, vermute e gim ou conhaque e
vermute.
RABO-DE-OLHO. Ato de olhar
disfarçadamente e bem rápido.
RAFAEL. No Rio Grande do Sul Rafael
é sinônimo de apetite, de fome, na linguagem popular. Lá, a expressão chegou-o-rafael,
significa que está na hora do almoço ou do jantar.
RAINHA-DO-MAR. Veja IEMANJÁ.
RAIO. A maioria das crendices referentes
ao raios foi trazida pelos colonizadores portugueses. Para evitar a morte pela
fulminação dos raios é bom queimar as palhas secas de coqueiro guardadas do Domingo de
Ramos, fazendo-se, também, cruzes com a mesmas palha, cruzes que devem ser pregadas na
porta de entrada da casa. Os santos que protegem as casas contra os raios são Santa
Bárbara e São Jerônimo. Algumas famílias, nos dias de tempestade, costumam cobrir os
espelhos.
RAIVA. É um bolinho feito com farinha de
trigo, ovos e açúcar, em Portugal. No Brasil, a farinha de trigo é substituída pela
goma de mandioca; assim, a raiva fica mais gostosa.
RAIZEIRO. Nome que se dá às pessoas que
lidam com plantas medicinais, sabendo prepará-las e usá-las para curar doenças
diversas. Também conhecido como Doutor-Raiz, tipo encontradiço nas feiras do
Nordeste.
RALA-BUCHO. É a dança popular, o forró.
RAMALHÃO. É o nome que se dá a uma
dança popular paulista, com a finalidade de serem pagas as promessas feitas a São
Gonçalo. Consiste a dança em uma fileira de homens e outra de mulheres, frente a frente,
fazendo evoluções, permutando os lugares ao som da viola. Os versos que cantam às vezes
são improvisados.
RAMO. É doença, enfermidade veiculada
pelo ar, de natureza infecciosa. Várias são as modalidades de Ramo: Ramo do
Ar, Ramo Ruim, congestão cerebral, estupor, paralisia, gota serena.
RANCHO. 1. No Nordeste é uma casinha
rústica, pousada, hospedaria, onde os vaqueiros, que conduzem boiadas, param para dormir,
descansar. 2. Na Bahia e no Sul, é um grupo festeiro das solenidades populares do Natal,
cantando e dançando. Também é conhecido como reisado.
RAPADURA ou RASPADURA. É um tijolo de
açúcar mascavado e constitui uma gulodice no Norte do Brasil. Várias são as espécies
de rapadura: as de açúcar branco, rapadura de laranja, confeitadas com cravo e
castanha de caju. As conhecidas são as rapaduras do Cariri que não têm forma de tijolo
e são envolvidas por palha seca de bananeira e são conhecidas como rapadura batida,
mais moles, macias e de gosto um pouco diferente por conta do cravo.
RASGA-MORTALHA. É uma pequena coruja
alvacenta, de vôo pesado e baixo. O atrito de suas asas produz o som de um pano que está
sendo rasgado. Quando ela passa sobre uma casa onde alguma pessoa está doente, o povo
acredita que ela esteja rasgando mortalha do doente, prestes, assim, a morrer. Veja
CORUJA.
RASOURA. É o nome dado às procissões de
curto percurso, geralmente em torno da igreja.
RASPA-RASPA. É uma mistura de gelo
raspado com xarope de fruta muito vendido nas feiras, nas praias, na entrada dos campos de
futebol e nas ruas das cidades do Nordeste.
RASPADOR. É o nome dado ao reco-reco
na Folia de São Benedito do Amazonas. É feito com um pedaço de taquara grossa, fechada
nas suas extremidades pelos próprios nódulos da madeira, com parte de sua superfície
dentada. Sobre a superfície dentada, raspa-se com uma vareta. O raspador é o
instrumento do mestre-sala através do qual dá todos os comandos.
RASPADURA. Veja RAPADURA.
RASTEJADOR. É a pessoa que descobre onde
a caça ou seres humanos se encontram seguindo o rastro que vão deixando pelo chão onde
passam ou através dos galhos quebrados dos pequenos arbustos. Onde existe floresta, mata,
caatinga, existe sempre o rastejador.
RATOEIRA. É uma dança regional de Santa
Catarina. Dança-se a ratoeira, formando-se um círculo de moças e rapazes de
mãos dadas. No meio da roda fica um rapaz ou uma moça que canta uma quadrinha enquanto
os da roda avançam, repetindo a quadrinha. É a ocasião própria para as declarações
de amor ou para os desafios entre os rivais.
REALEJO. Veja FOLE ou GAITA.
REBAÇÃ. Veja RIBAÇÃ.
RECADO-PELO-MORTO. Em alguns países da
Europa e da África o recado-pelo-morto era uma prática antiga. Até mesmo aqui,
no Nordeste, pode-se encarregar um defunto, que vai ser enterrado, de dar um recado a
outra pessoa falecida anteriormente.
RECO-RECO. É um instrumento de percussão
feito com um gomo de bambu, com talhos transversais e que, friccionado com uma vareta de
ferro ou mesmo de madeira, produz um som de rapa. Na Bahia o reco-reco é conhecido
como ganzá.
REDE. 1. Feita de tecido resistente e
suspenso pelas extremidades em armadores ou ganchos, a rede é uma espécie de
leito para dormir ou descansar muito usada no Nordeste. Os meninos
sertanejos não dormem em berços; depois que nascem, são acostumados a dormir em rede,
que as mães balançam até o sono chegar; 2. Rede também é o nome que se dá a
uma peça feita de cordões/fios entrelaçados para pescar; 3. Rede-de-arrasto é,
também, a moça que tem muitos namorados, na linguagem do povo.
REDEMOINHO. É o vento, em espiral,
também conhecido como remoinho e rodamoinho. O povo acredita que o redemoinho
seja o encontro, a briga, a vadiação dos ventos. No Sul, o Saci-Pererê é o
responsável pelos redemoinhos. Ela salta no meio dos ventos, roda, gira,
corcoveia, arrebatando folhas, garranchos e poeira. Para fazer cessar o redemoinho,
atira-se nele um rosário de contas brancas ou uma palha benta.
REIS. Festas populares em alguns países
da Europa dedicadas aos Reis Magos em sua visita ao Menino Deus. Na Espanha e em Portugal
os reis continuam comemorados, sendo a época de se dar e receber presentes. O Dia
de Reis marca o fim do ciclo natalino, com a queima-da-lapinha e a exibição do
bumba-meu-boi, da chegança, do fandango, dos congos.
REIS-DO-BOI. Veja BUMBA-MEU-BOI.
REISADO. É o nome que os eruditos dão
aos grupos que cantam e dançam na véspera e Dia de Reis.
REMATE. É um prato nordestino feito com
carne picada, farinha bem peneirada ou farinha de milho, temperado a gosto de quem faz.
RENDA. Renda feita a mão, também
conhecida como renda de almofada, é um artesanato muito comum no Nordeste, em Santa
Catarina e outros estados brasileiros. Trazido pelo colonizador português, a renda é o
entrelaçamento de fios formando desenhos. Para se fazer renda são necessários: a almofada,
os bilros, os espinhos de carda ou alfinetes, tesoura e pique. A almofada
(um acolchoado de forma cilíndrica) serve de base para a confecção da renda. Os bilros
são uma espécie de bobina onde a linha é enrolada, servem para tramar a renda, o que se
consegue trocando-os em diferentes posições. O pique, que mede 20 cm, é o
padrão da renda que se vai fazer. Cada tipo de renda tem o seu pique, seu padrão,
que passa de geração a geração e que é preso na almofada por alfinetes. As rendeiras,
sentadas no chão, com a almofada nas coxas, trabalham o dia todo, ora conversando, ora
cantando. A linha pode ser colorida, dependendo da vontade do freguês. São diversos os
tipos de renda.
RENDEIRA. 1 É a mulher que faz rendas e
está no cancioneiro popular: "Olê, mulher rendeira/ Olê, mulher rendá/ Tu me
ensina a fazer renda/ Queu te ensino a namorar"; 2. Rendeira também é
a mulher que trabalha na terra dos outros, pagando uma renda anual, um foro.
REPÚBLICA. É a casa, onde moram os
estudantes que não têm família nas cidades onde estudam.
RESTILHO. Dá-se o nome de restilho
à cachaça quando é duas vezes destilada nos alambiques.
RETIRANTE. É como são conhecidos os
sertanejos que, acossados pelas estiagens prolongadas, abandonam tudo à procura de
trabalho noutros lugares. Quando chove, muitos retirantes voltam para suas casas e tornam
a cuidar de suas plantações, de seus animais. O único remédio capaz de combater as secas
é a irrigação das terras sertanejas, o que já está acontecendo com as plantações
situadas às margens do Rio São Francisco. Abrir frentes de trabalho é medida paliativa
que não combate a seca.
RETORCIDA. É uma dança sapateada
pertencente ao fandango, no Rio Grande do Sul. Ver FANDANGO.
RETUMBÃO. Retumbão é uma das
danças da Marujada na festa de São Benedito, na cidade de Bragança-PA. É a mesma coisa
que carimbó, corimbó, curimbó, como a dança é conhecida em outras regiões
paraenses. A orquestra da dança do retumbão é composta de tambores grandes e
pequenos pandeiros, cuíca (onça), rabeca, viola, cavaquinho e violino. Não se
canta no retumbão.
REVIRADO. O revirado, também
conhecido como roupa-velha ou mexido, é um prato feito com o que sobrou da
refeição anterior. Feijão, arroz, carne e legumes são colocados em uma frigideira e
levados ao forno brando para esquentar, acrescentados de farinha de mandioca a gosto. É
um prato da culinária fluminense.
REZA. São orações populares rezadas
pelos rezadores ou benzedores para curar doenças, pedir proteção e saúde
para as pessoas que os procuram. É uma prática existente no país todo.
REZA-DE-DEFUNTO. São orações que os
parentes e os amigos do morto rezam em voz alta ou cantadas, costume tradicional
nordestino. As orações podem ser: a) Terço rezado pelos presentes ao velório; b)
Ofício de Nossa Senhora ou dos defuntos; c) Excelências diversas: 1. Excelência da
hora; 2. Excelência da hora do dia, isto é, quando o dia vai clareando, amanhecendo; 3.
Excelência Maria, em que se cantam as partes do corpo do falecido e as partes de sua
roupa; 4. Excelência da roupa ou da mortalha, quando vestem o defunto; 5. Excelência do
cordão da mortalha; 6. Excelência da despedida, por ocasião da saída do caixão para o
cemitério, cantada até o cortejo desaparecer. E a ladainha de Todos os Santos.
REZADOR ou BENZEDOR. É a pessoa que cura
as doenças proferindo rezas, acompanhadas por gestos, sinais, cruzes, aspersões quando
na presença do doente. Mas o rezador pode rezar um doente a distância, sem
vê-lo. No Nordeste é um tipo muito comum. Geralmente são mulheres que, quando vão
ficando velhas, só ensinam sua rezas à filha mais velha. Caso não tenha filha, pode
ensinar à sobrinha mais velha. Geralmente o rezador ou benzedor usa um
galho de arruda quando faz seu trabalho.
RIAMBA. Outro nome de MACONHA.
RIBAÇÃ. No Nordeste a ribaçã
também é conhecida como rebaçã, arribaçã, avoante, avoente. Elas costumam
aparecer, todos os anos, nas caatingas do sertão nordestino, em grandes bandos,
pousando sempre nos lugares onde tem o capim-milhão, e são abatidas pelos caçadores e
vendidas nas feiras.
RITA. Padroeira de muitas paróquias
brasileiras, Santa Rita de Cássia nasceu em 1381 e faleceu em 1480. É uma santa muito
popular no Nordeste, onde também é conhecida como Santa Rita dos Impossíveis. Seu
Rosário de Santa Rita é muito rezado pelo povo.
ROBERTO CÂMARA BENJAMIN nasceu em 1943,
na cidade do Recife, PE. Filho do professor Coronel José Émerson Benjamin e da
professora e Inspetora Federal do Ensino Laudelina Câmara Benjamin. Fez o primário no
Grupo Escolar João Barbalho, o secundário no Colégio Marista, ambos do Recife. Bacharel
em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, especializou-se em Ciências da
Informação no Centro Internacional de Estudos Superiores de Periodismo para América
Latina, em Quito, Equador. Promotor Público, professor-adjunto da Universidade
Federal Rural de Pernambuco, professor titular da Universidade Católica de Pernambuco,
membro das Comissão Pernambucana de Folclore, foi diretor do Departamento de Cultura da
Secretaria de Educação de Pernambuco, Roberto Câmara Benjamin tem participado de muitos
congressos, seminários realizados em todo o país e tem diversos trabalhos publicados em
revistas científicas e jornais sobre Comunicação Rural, Folclore: Os Folhetos
Populares e os Meios de Comunicação Social (1969), Literatura de Cordel,
Expressão Literária Popular (1970), Religião nos Folhetos Populares (1970), A
Festa do Rosário do Pombal (1976), Maracatus Rurais (1976), Os Congos da
Paraíba (1977), Cambindas da Paraíba (1978), Maracutus Rurais de
Pernambuco (1982), São Gonçalo Uma Devoção reprimida (1984), Rabecas
(1997) e outros.
ROÇA. 1. É o nome que se dá a uma
plantação de mandioca. 2. O mesmo que roçado.
ROER-A-CORDA. Não cumprir com a palavra
dada, empenhada. Voltar atrás no que disse, no que prometeu fazer.
ROER-TAMPA-DE-PENICO. Diz-se de quem passa
privações, sem dinheiro, sem ter o que comer.
ROGER BASTIDE nasceu em 1898, na cidade de
Lyon (França). Diplomado pela Faculdade de Letras de Bordéus (França), professor e
Sociologia da Universidade de São Paulo, ensaísta, crítico, folclorista, veio para o
Brasil em 1937 e, depois de haver publicado vários livros sobre o folclore brasileiro,
entre os quais Psicanálise do cafuné (1941), A poesia afro-brasileira
(1943), Imagens do Nordeste místico em preto e branco (1945), Estudos
afro-brasileiros 3v (1946/53), A cozinha dos deuses (1952), Sociologia
do Folclore brasileiro (1959), Candomblés da Bahia (1961) e outros, além de
ensaios e artigos em revistas especializadas e jornais voltou à França em 1954.
Faleceu no dia 11 de abril de 1974, na cidade de Paris (França).
ROLETE. Pedaços de cana-da-açúcar vendidos
nas cidades da zona canavieira. Descascada a cana, de preferência caiana por ser
mole e doce, cortada em rodelas e enfiadas nas hastes de um pedaço de bambu ou taquara em
forma de guarda-chuva, as unidades são arrumadas em tabuleiros que os meninos vendem nas
ruas das cidades que estão à sombra da cana-de-açúcar.
ROMARIA. Dá-se o nome de romaria ao grupo
de pessoas que, a pé ou em caminhões, viaja muitos quilômetros, com a finalidade de
chegar aos locais onde a Igreja Católica, em suas capelas ou basílicas, igrejas ou
matrizes, venera um santo religioso ou popular, como no caso do Padre Cícero Romão
Batista (CE), São Severino do Ramo (PE), Nossa Senhora aparecida (SP) e outros. Depois de
pagar sua promessa por uma graça alcançada, o romeiro deposita no altar do santo, sua
velas, seus ex-votos, suas espórtulas. Outros centros de romaria são: Nossa
Senhora de Nazaré (Belém-PA), São Francisco do Canindé (Canindé-CE), Bom Jesus de
Pirapora (Pirapora-SP) e Bom Jesus do Bonfim (Salvador-BA).
ROQUEIRA ou RONQUEIRA. É uma peça feita
de um pedaço de cano de ferro preso num toro de madeira e que, depois de carregado (por
uma das bocas do cano que fica aberta) dispara-se com um tição junto ao ouvido
(um buraco feito na extremidade fechada do cano) provocando uma violenta explosão. A roqueira
ou ronqueira faz parte dos festejos juninos.
ROSSINI TAVARES DE LIMA nasceu no dia 25
de abril de 1915, na cidade de Itapetininga (SP). Fez primário no Ginásio Osvaldo Cruz e
o secundário no Ginásio do Estado. Freqüentou a Faculdade de Direito de São Paulo até
o 3° ano, quando se transferiu para o Conservatório Dramático e Musical de São Paulo.
Foi professor do Ginásio Osvaldo Cruz, da Escola Técnica do Comércio, do Liceu
Acadêmico de São Paulo, do Liceu Piratininga e professor de História da Música e
Folclore Nacional do Conservatório. Fundou e dirigiu a revista Folclore e
publicou, na área do Folclore, Nótulas sobre pesquisas de folclore musical
(1945), Aí ,eu entrei na roda (sd), Poesias e adivinhas (1947), O
Folclore na obra de Mário de Andrade (1950), Achegas ao estudo do romanceiro no
Brasil (1951), Abecê do Folclore (1968), Geografia do folguedo popular
(1968). Rossini Tavares de Lima faleceu no dia 5 de agosto de 1987.
ROUPA-DE-VER-A-DEUS. É o termo feito de
boa fazenda, de cor escura ou preta, que os homens costumam ter para ser usada em
ocasiões solenes, missas, batizados, casamentos, enterros e que, muitas vezes, são
sepultados com ela. Daí, o nome.
ROUPA-VELHA. 1. É um prato preparado com
o que sobra da refeição anterior; 2. Prato feito de carne seca de boi ou de porco, com
cebola e manteiga.
ROXO. É uma mistura de café com
cachaça, no interior de São Paulo.
RUDÁ. Rudá ou Perudá, um
guerreiro que reside nas nuvens, é o deus do amor indígena, encarregado da reprodução
dos seres criados. Sua missão é criar o amor no coração dos homens, despertando-lhes a
saudade e fazendo com que voltem para a tribo de onde saíram em suas guerras e
peregrinações.
RUM. É o atabaque maior dos candomblés
da Bahia.
RUMPI. É o atabaque médio nos
candomblés da Bahia.